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DANÇAS FOLCLORICAS

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DANÇAS FOLCLÓRICAS

 

As danças folclóricas do Rio Grande do Norte foram sempre muito elogiadas pelos estudiosos. Na década de vinte, Luís da Câmara Cascudo (considerado o maior folclorista nacional), escreveu centenas de livros e nos jornais sobre a beleza de nossas danças folclóricas. Na década de 30 Mario de Andrade, veio estudar a cultura potiguar deixando uma obra valiosíssima. Além deles outros pesquisadores deixaram rico acervo, foram Manoel Rodrigues de Melo, Hélio Galvão e Oswaldo Lamartine.

As danças ou os autos do Rio Grande do Norte reproduzem as cantigas(fiéis aos autores). Vamos conhecer os Auto Populares ou Folguedo Folclóricos.

 

Boi Calemba: Também conhecida como Boi de Reis ou Bumba-Meu-Boi, é um auto popular que trata da morte e ressurreição de um boi.

 

Fandango: Auto que evoca as grandes aventuras dos navegantes portugueses. O auto gira em torno da “Nau Catarineta”, navio que andou perdido no mar sete anos e um dia, até aportar nas praias de Portugal.

 

Chegança: Outro auto que evoca os trabalhos do mar, na longínqua época das grandes navegações e descobrimentos, a diferença é que essa aqui é a representação entre Cristãos e Mouros. A barca aqui é a “Nau Fragara”.

 

Congos: Conta a história de uma batalha entre os hostes guerreiras de soberanos africanos, o rei Henrique Cariongo e sua famosa irmã, a rainha Ginga. As cantingas e embaixadas é uma verdadeira algavaria, uma loucura emocionante. Atualmente existem dois grupos de congos: os Congos de Calçola ou de Combate, na vila de Ponta Negra e os Congos de Guerra, na vila de Santo Antonio em São Gonçalo do Amarante.

 

Lapinha: Auto religioso, criado para celebrar o nascimento de Jesus Cristo.

 

Pastoril: Ao contrário da Lapinha, auto religioso do qual se originou, o Pastoril é folguedo profano. Deslocaram o espetáculo do adro das igrejas para o meio das ruas e a introdução no Pastoril de um velho, que substitui o pastorzinho da Lapinha e se tornou responsável pelas piadas pornográficas, introduzidas no Folguedo.

 

Cabocolinhos: Este é um auto cuja origem os estudiosos divergem. Alguns consideram que é uma dança dos índios brasileiros, enquanto outros acham que a inspiração dos Cabocolinhos é de origem africana. Existem dois grupos no município de Ceará Mirim.
Além dessas danças temos as Danças Dramáticas, ou Danças Puras, que o povo dança apenas para se divertir e as danças em homenagem aos santos.

 

As danças brincantes são:
Coco-de-Pau, o Bambelô – característicos do litoral e do agreste.
Maneiro de Pau que só existe na zona serrana do Oeste Potiguar.

 

As danças religiosas:
Espontão – realizada na Festa de Nossa Senhora do Rosário em Caicó e em Jardim do Seridó.

 
Dança de São Gonçalo – realizada no alto das serras de Portoalegre e São Miguel, comemorando o nascimento do Santo, ou dançando no pagamento de promessas.

 


Bandeirinhas - dança do ciclo de São João em Touros.
Capelinha de Melão - dança do ciclo de São João em municípios do litoral leste potiguar.


Araruna– grupo Sociedade Araruna com sede própria no bairro das Rocas em Natal, diferente das outras danças que possuem semelhanças com as danças nordestinas essa dança de destaque é genuinamente potiguar.

 
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